Pela primeira vez no Brasil, ZZ Top promete “compensar tempo perdido” em 40 anos de carreira sem vir ao país

– Eles já entraram em sua quarta década de vida, sem nunca ter alterado sua formação. “É um mistério, uma força coletiva espontânea”. É a isso que o vocalista e guitarrista Billy Gibbons atribui a longevidade do ZZ Top. Ao lado do baixista Dusty Hill e do baterista Frank Beard, o músico define a história do trio texano como “fantástica” e traz ao Brasil nesta semana, pela primeira vez, toda a magia que envolve o grupo, como disse Gibbons em entrevista por e-mail ao UOL Música.
– Nos mais de 40 anos de estrada, o ZZ Top nunca passou pela América do Sul. Agora chega ao Brasil para dois shows em São Paulo –onde pretendem visitar as praias do Litoral Norte e os clubes da Vila Olímpia (“Estamos abertos a sugestões”, avisa Gibbons)– e encerrar a pequena turnê em Porto Alegre. “Prepare-se! O ZZ Top vai compensar o tempo perdido, vai ser algo especial. Estamos muito animados em dar início ao ‘Big B’ [em referência ao Brasil]. Teremos grandes momentos!”, garantiu.
– Billy Gibbons promete um show especial para os fãs brasileiros, mas não entrega o ouro. “Vamos fazer uma retrospectiva da nossa carreira junto com as músicas mais conhecidas e alguns presentes extras. E vamos incluir canções que vocês nunca ouviram, nem mesmo aqueles que têm todos os discos do ZZ Top nas mãos”, brincou.
– O guitarrista não dá nomes ao que entrará no repertório, mas algumas músicas têm marcado presença constante nos últimos shows: “Gimme All Your Lovin'”, “Got Me Under Pressure”, “Pincushion”, “Waitin’ For The Bus”, “Sharp Dressed Man” e um já tradicional bis com “Viva Las Vegas”, “La Grange” e “Tush”. E há versões, como “Future Blues”, de Willie Brown, e “Hey Joe”, de Jimi Hendrix, que no final dos anos 60 descreveu Gibbons como o “melhor guitarrista jovem norte-americano”.

Novo disco com Rick Rubin
– Antes da última compilação (“Rancho Texicano”, 2004) e do último registro ao vivo (“Live From Texas”, 2008), o ZZ Top lançou também o último disco de inéditas, “Mescalero” (2003). Agora, o trio prepara um novo trabalho para colocar nas lojas ainda este ano. O álbum ainda não tem título nem data prevista para sair. De certo, apenas a produção assinada por Rick Rubin, que já colocou as mãos em discos de Slayer, Red Hot Chili Peppers, Beastie Boys, Dixie Chicks e uma extensa lista de astros pop.
– “É um grande desafio, e pode render uma magia incrível”, disse Gibbons sobre a parceria. “Nós já gravamos algumas músicas e estamos ansiosos para voltar ao estúdio com algumas novas criações. As músicas têm soado realmente boas: altas, cruas e sujas!”, contou. O blues e as letras satíricas, muitas delas a respeito do Texas, continuam inspirando as composições. “É o fundamento daquilo que fazemos e que faz parte da nossa alma musical. Você não pode se perder do blues, é o que sempre digo”.

fonte: Portal UOL – Música – por MARIANA TRAMONTINA
Veja a matéria completa no site:http://musica.uol.com.br/

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