Flagra em punheteiro
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Pai pega filha se exibindo na webcam
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Garota fazendo striptease é pega pela mãe
“Flagras”
07/07/2011Como é trabalhar no Baixaki e Tecmundo
04/07/2011Mesa Eurodesk Sx2442 Fx – Behringer – 24 Canais – Ótimo Custo-Benefício –
01/07/2011

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A SX2442FX é a nova dimensão da série SX de mesas de som com 24 canais (16 mono + 4 estéreo). Ela possui 4 subgrupos e 4 mandadas auxiliares pré/pós por canal, EQ de 3 bandas com médios semi-paramétricos e filtros low cut para todos os canais mono, compre com joaberosa, completas entradas estéreo de alta potência com equalização de 4 bandas mais entradas estéreo adicionais com recursos auxiliares de nível e pré-fader.
As mesas SX são fabricadas em um gabinete super resistente de metal que suportará as condições mais exigentes da estrada. Elas possuem seleção automática de voltagem (100 – 240 V) e são imunes à variações de voltagem que são encontradas na maioria das casas de espetáculo. E mais, por causa de sua eficiência, ela consome muito menos energia do que mesas com suprimento de energia convencional, assim ela se mantém muito menos quente.
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– 16 pré-amplificadores xenyx “invisíveis” de última geração:
– Alcance dinâmico de 130 dB para entradas com taxa de amostragem de 192 kHz,
24-bit
– Amplo alcance de ganho de 60 dB
– A menor distorção possível, 0,0007% (20 Hz – 20 kHz)
– 2 processadores digitais de efeito 24-bit com 99 ótimos presets do VIRTUALIZER
incluindo reverb, delay, chorus, compressor, tube distortion e mais
– Equalizador gráfico estéreo de 9 bandas permite correção precisa de frequência da
monitoração ou saída principal
– Sistema revolucionário (patente pendente) FBQ Feedback Detection System
instantaneamente revela frequências críticas
– 2 entradas estéreo completas com EQ de 4 bandas mais duas entradas de canal
estéreo adicionais com recursos auxiliares de nível e pré-fader
– EQ de 3 bandas eficiente e extremamente musical mais filtro low-cut selecionável
em todos os canais mono
– Inserts em cada canal mono e main mix para flexível conexão com periféricos
externos
– 4 subgrupos e saída mono adicional com filtro low pass ajustável para aplicações
subwoofer
– 4 mandadas auxiliares por canal: 2 faders pré/post selecionáveis, 2 faders post (para
efeito interno e/ou como mandada externa)
– Ajuste de nível de ganho e LEDs clip mais chave mute para cada canal permite
ajustes precisos e fáceis de nível
– Saídas main mix balanceadas em conectores TRS de 1/4″ e XLR folheados a ouro,
saídas estéreo control room/headphone e tape
– Funções Solo-In-Place e Pre-Fader-Listen mais seção completa talkback
– Chave standby muta todas as entradas mic durante pausas enquanto música de
fundo pode ser reproduzida via entradas CD/tape
– Modernos amplificadores operacionais 4580 proporcionam o menor ruído possível e
nível de distorção (melhores do que os 4560)
– Duráveis faders ALPS® de redução gradual logarítma e controles rotatórios selados
– Seleção automática de voltagem para a máxima flexibilidade (100 – 240 V~), áudio
sem ruído, resposta trasiente superior e o menor consumo possível de energia
– Estrutura extremamente robusta assegura longa durabilidade ao aparelho mesmo
sob as condições mais exigentes
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Quanto?
12x de R$ 193,47
ou R$ 2.047,31 à vista
Compre no todaoferta.uol.com.br
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Veja todos os recursos desta maravilha, no excelente vídeo-aula, muito bem explicado de maneira rápida e objetiva, produzido por Douglas Roviano P. Da Rosa.
O cara entende mesmo – vale a pena conferir!
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Aulas de Música com o Douglas
Visite o blog douglasroviano
http://douglasroviano.blogspot.com/
Papai José – Acústico Elétrico – 2011
29/06/2011
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Miranda e Troubolão no Dog House Studio executando uma versão acústica e elétrica da canción-hino da Papai José. PAPAI JOSÉ!
Visite o MySpace da PAPAI JOSÉ
http://www.myspace.com/papai.jose
RIP – Ryan Dunn
29/06/2011Hoje fez 2 anos que o Sr José Terra nos deixou
17/06/2011
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Saudade imensa, dor incomensurável!
Realmente espero que Deus exista e que ele se importe com nós. Que tenhamos alma e que ela perdure pela eternidade.
Para que um dia em algum lugar qlqr no futuro possamos nos reencontrar e permanecermos juntos com todos que amamos numa grande harmonia perfeita.
O amor que eu sinto pelo meu pai, enquanto eu viver, nunca vai morrer.
Marcelo S. Terra
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Nessa foto eu e meu irmão com uma cara de: “Putz! Que hora que vai dar pra nós entrar na água??!“
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Método Joel Santana idiomas – Curso onLine
12/06/2011O Método
Um Mestre
The Hitmaker
Eduardo e Mônica – Homenagem dia dos Namorados – Uma Análise Psico-Neurótica
09/06/2011
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*Matéria do site whiplash por Adolar Gangorra
A música Eduardo e Monica da banda Legião Urbana esconderia uma implicância com o sexo masculino?
O falecido Renato Russo era, sem dúvida, um ótimo músico e um excelente letrista. Escreveu verdadeiras obras de arte cheias de originalidade e sentimento. Como artista engajado que era, defendia veementemente seus pontos de vista nas letras que criava. E por isso mesmo, talvez algumas delas excedam a lógica e o bom senso. Como no caso da música Eduardo e Mônica, do álbum “Dois” da Legião Urbana, de 1986, onde a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. analisemos o que diz a letra.
Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram). Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.
Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, “Festa estranha” significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. “Gente esquisita” é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal “festa legal” em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer? Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.
Assim temos (- Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.
Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em “E a Mônica riu” nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se “quis saber um pouco mais” leia-se” quis dar para”! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.
A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo “boyzinho” que tentava impressionar”! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como “boyzinho”. Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.
E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?
Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.
Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.
Em seguida Russo utiliza o eufemismo “menina” para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.
O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar “iéis”, “nou” e “mai neime is Eduardo”! Incomoda como são usadas as palavras “ainda” e “aulinhas”, para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.
Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão “do Bandeira”. Francamente, “Bandeira” é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar “Êta” com “Tiêta” e neguinho ainda diz que ele é gênio!
Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada. Mulher sim, é maturidade pura.
Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola – cinema – clube – televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse “bar da esquina – terreiro de macumba – sauna gay – delegacia”?? E qual é o problema de se ir a escola?!?
Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem:
1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto.
2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo.
3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!
Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?
Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência… Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem… é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!
Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.
Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.
Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta.
O que realmente impressiona nesta letra é a presença constante de um sexismo estereotipado. O homem é retratado como sendo um simplório alienado que só é salvo de uma vida medíocre e previsível graças a uma mulher naturalmente evoluída e oriunda de uma cultura alternativa redentora. Nesta visão está incutida a idéia absurda que o feminino é superior e o masculino, inferior. É sabido que em todas culturas e povos existentes o homem sempre oprimiu a mulher. Porém, isso não significa, em hipótese alguma, que estas sejam melhores que os homens. São apenas diferentes. Se desde o começo dos tempos o sexo feminino fosse o dominador e o masculino o subjugado, os mesmos erros teriam sido cometidos de uma maneira ou de outra. Por que? Ora, porque tanto homens quanto mulheres e colunistas sociais fazem parte da famigerada raça humana. E é aí que sempre morou o perigo. Não importa que seja Eduardo, Mônica ou até… Renato!
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*Matéria do site whiplash por Adolar Gangorra
*Adolar Gangorra tem 71 anos, é editor do periódico humorístico Os Reis da Gambiarra e não perde um show sequer dos “The Fevers”.
Chega de multas – fale ao telefone sem tirar as mãos do volante – Sony Xplod MEX-BT3807U
09/06/2011….
SONY Xplod MEX-BT3807U
Transforme cada passeio em uma viagem repleta de sons com o novo Xplod MEX-BT3807U. Com potência máxima de 52W x 4, este aparelho possui entrada USB frontal que permite a conectividade com MP3 Players portáteis, dispositivos USB, iPod e iPhone.
Já com a entrada auxiliar é possível conectar através de cabo P2 (não fornecido) o áudio de players portáteis como DVD player por exemplo. Para dirigir à noite com segurança, o equipamento oferece a função Black out que escurece, automaticamente, o display e os botões. Além da conectividade com diversos aparelhos, este Xplod também oferece Função DM Plus para realçar a fidelidade musical, Função ZAPPIN para facilitar a procura das músicas sem a necessidade de navegação pelo menu e conectividade com telefone celular Bluetooth, viva-voz e áudio streaming.
Conectividade com telefone celular Bluetooth, recurso viva-voz com microfone embutido, transferência de agenda telefônica e áudio streaming. A tecnologia Bluetooh permite uma distância de até 10 metros (dependendo do ambiente) na comunicação de dados entre dois aparelhos digitais compatíveis.
Ouvir as músicas armazenadas no seu iPod ficou muito mais fácil. Basta conectá-lo através da entrada USB frontal para aproveitar toda a qualidade e potência do seu Xplod.
A nova entrada USB permite a conectividade com MP3 Players portáteis via USB direto, por cabo USB e também com Pen Drive USB, sendo possível ter o controle de algumas funções como Play, Stop, Busca de Música ou de Pasta. Facilidade em conectividade.
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Características:
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- Mecanismo Resistente a Choque: Drive-S.
- Potência de Saída: 52W x 4
- Chip de Potência com Fidelidade: S-MOSFET
- Bluetooth: Conectividade com telefone celular Bluetooth, hands free com microfone embutido e áudio streaming.
- Entradas: entrada auxiliar frontal (conectividade com MP3 players , Walkman, DVD e outros equipamentos), entrada USB frontal para dispositivos USB, iPod & iPhone, entrada para microfone externo XA-MC10 (não fornecido)
- Saídas: 2 saídas RCA de 4V com seleção de crossover (80/100/120/140/160 Hz) para subwoofer
- Reprodução de Arquivos: MP3, WMA e ACC
- Conectividade digital total com protocolo iPod / iPhone, permitindo acessar e controlar conteúdo do iPod / iPhone pelo menu de navegação do Xplod.
- Conversor Digital-Analógico: 24 bits – excelente qualidade sonora.
- Relação Sinal-Ruído (S/N): 120dB+ altissima fidelidade na reprodução de CD.
- Recurso para melhoria da música em MP3: Função DM+ (DM Plus) para realçar a fidelidade musical (arquivos MP3, WMA, etc)
- Tipo de Painel Frontal: destacável com display LCD com iluminação das teclas em azul.
- Cor de iluminação das teclas: Azul.
- Recurso ATT (atenuador de volume): Sim
- Dimmer: Sim, para controle de brilho do visor.






































